Josy Daniel, 30 e poucos anos, natural de Aurora-Ce, reside em Fortaleza-Ce, formada em Ciências Biológicas pela UECE. Minha maior qualidade? determinação, meu maior defeito? o perfeccionismo. Característica mais importante em um homem? caráter e bom humor, e em uma mulher? o mesmo. O que aprecio mais em um amigo? companheirismo. Minha idéia de felicidade? se aceitar, com o que tem e com o que é. Quem eu gostaria de ser, se não fosse eu? eu de novo. Onde eu gostaria de viver? no meio do mato, minha cor favorita é o verde. Meus escritores preferidos? Jô Soares, Arnaldo Jabor, Khaled Hosseini, Isabel Allende...Cantores e grupos musicais? Marisa Monte, Vanessa da Mata, Jorge Vercilo, Jota Quest...O filme da minha vida? não tenho um específico, dos que já assisti tirei alguma lição. Se eu acordo de bom ou mau humor? raramente de mau humor. Minha palavra favorita? amor. O que eu mais detesto? inveja. Que dom eu gostaria de possuir? voar. Do que mais tenho medo? da guerra. Meu lema de vida? viver intensamente. Meu sonho de consumo? "ter uma casinha branca de varanda com quintal e uma janela para ver o sol nascer". Minha viagem preferida? sonho conhecer o mundo. Se tenho algum hobby? fotografar. O amor da minha vida? a família. Minha maior realização? me sinto realizada, porém procurando sempre as melhoras. Minha ocupação preferida? estudar. Se eu encontrasse Deus, o que eu diria? Senhor! Por que tanta injustiça nesse mundo? Se eu penso em casar e ter filhos? casar com todas as formalidades, não! Dividir o mesmo teto, sim! Ter filhos? acho tarde. Uma frescurinha de mulher? manter o cabelo arrumado. Um homem bonito? Wagner Moura. Parte do corpo masculino que eu mais gosto? as mãos. E no meu corpo o que menos gosto? da minha barriguinha. Uma atividade física? caminhada. Um prato que eu sei fazer? rsrsrsrs...não sei fazer. Se em um incêndio eu pudesse salvar um objeto, qual seria? meus livros. Sou péssima em? trabalhos manuais. Se tenho algum arrependimento? quando falta a paciência, me arrependo profundamente. O que eu gostaria de ver nas pessoas? humildade. Se tenho algum vício? sou viciada em informção.
Nossa! O tempo está voando. Cada dia tenho mais certeza que precisamos viver intensamente, aproveitarmos o máximo e tirarmos proveito de tudo. O futuro a Deus pertence, sabemos disso muito bem!
Por falar em tempo, ele anda muito quente por aqui. Sair durante o dia está sendo enfadonho de tanto calor que anda fazendo. A solução? hidratar-se, caros amigos! Tomar muita água! Eu particularmente adoro, mas há aqueles que não gostam. Ah! O protetor solar também faz a diferença.
Beijinhos calorosos pra vocês!
Fiquem com Deus!
Segunda-feira bem agitada, mas deu pra driblar bem o dia, consegui manter a tranqüilidade e agradeço isso ao final de semana. Foi tão bom! Não foi de muitas emoções, mas posso dizer que foi de alguns resgates. Por exemplo? resgatei minha auto-estima, que andava um pouco baixa, ela andava assim: “Ando tão a flor da pele que qualquer beijo de novela me faz chorar...” Mas graças a Deus tá tudo bem de novo.
Também ando empolgada com a chegada do NATAL, pra mim, significa renovação. Já fiz algumas transformações na casa e amei o resultado, pretendo fazer mais! Já andei vasculhando os armários e separando alguns objetos, enfim faço sempre uma limpeza geral pra entrar o ano mais leve.
Ah! Já desci a árvore do maleiro e comecei a montá-la, é tão prazeroso! Vou deixá-la linda! Curto, também, essa parte do natal, adoro ver as decorações. Eu sei que o significado é bem maior do que isso, mas vê-las alegra minha visão.
Sim! Não posso esquecer de falar. A cartinha pro PAPAI NOEL, ainda não escrevi, logo que esteja pronta postarei aqui, certo?
Minha auto-estima hoje: “A vida é bela só nos resta viver..”
Mil beijinhos!
Fiquem com Deus!
Cultura em dia. Ontem fui dar uma conferida na peça Dona Flor e Seus Dois Maridos. Ora! Pertinho de casa, bem ali no Centro de Convenções, não podia perder. Adoreiiiiiii! Quase morro de rir. Os 15 atores deram um show de interpretação! Adoro teatro, sei que não nasci pros palcos, mas pros bastidores e pra platéia, com certeza eu nasci.....rsrsrsrsrsrs
Beijinhos!
Era uma vez uma linda moça que perguntou a um lindo rapaz:
- Você quer casar comigo?
Ele respondeu:
- NÃO!
E a moça viveu feliz para sempre, foi viajar, fez compras, conheceu muitos outros rapazes, visitou muitos lugares, foi morar na praia, comprou outro carro, mobiliou sua casa, sempre estava sorrindo e de bom humor, nunca lhe faltava nada, bebia cerveja com as amigas sempre que estava com vontade, e ninguém mandava nela.
O rapaz ficou barrigudo, careca, ficou sozinho e pobre, pois não se constrói nada sem uma MULHER.
Ao viajar pelo Oriente, mantive contatos com monges do Tibete, da Mongólia, do Japão e da China. Eram homens serenos, comedidos, recolhidos em paz em seus mantos cor de açafrão.
Outro dia, eu observava o movimento do aeroporto de São Paulo: a sala de espera cheia de executivos com telefones celulares, preocupados, ansiosos, geralmente comendo mais do que deviam. Com certeza, já haviam tomado café da manhã em casa, mas como a companhia aérea oferecia um outro café, todos comiam vorazmente. Aquilo me fez refletir:
- 'Qual dos dois modelos produz felicidade?'
Encontrei Daniela, 10 anos, no elevador, às nove da manhã, e perguntei:
- 'Não foi à aula?'
Ela respondeu: - 'Não, tenho aula à tarde'.
Comemorei:
- 'Que bom, então de manhã você pode brincar, dormir até mais tarde'.
- 'Não', retrucou ela, 'tenho tanta coisa de manhã...'
- 'Que tanta coisa?', perguntei.
- 'Aulas de inglês, de balé, de pintura, piscina', e começou a elencar seu programa de garota robotizada.
Fiquei pensando: - 'Que pena, a Daniela não disse: 'Tenho aula de meditação!'
Estamos construindo super-homens e supermulheres, totalmente equipados, mas emocionalmente infantilizados. Por isso as empresas consideram agora que, mais importante que o QI, é a IE, a Inteligência Emocional. Não adianta ser um superexecutivo se não se consegue se relacionar com as pessoas. Ora, como seria importante os currículos escolares incluírem aulas de meditação!
Uma progressista cidade do interior de São Paulo tinha, em 1960, seis livrarias e uma academia de ginástica; hoje, tem sessenta academias de ginástica e três livrarias!
- Não tenho nada contra malhar o corpo, mas me preocupo com a desproporção em relação à malhação do espírito.. Acho ótimo, vamos todos morrer esbeltos: 'Como estava o defunto?'. 'Olha, uma maravilha, não tinha uma celulite!' Mas como fica a questão da subjetividade? Da espiritualidade? Da ociosidade amorosa?
Outrora, falava-se em realidade: análise da realidade, inserir-se na realidade, conhecer a realidade. Hoje, a palavra é virtualidade. Tudo é virtual. Pode-se fazer sexo virtual pela internet: não se pega aids, não há envolvimento emocional, controla-se no mouse. Trancado em seu quarto, em Brasília, um homem pode ter uma amiga íntima em Tóquio, sem nenhuma preocupação de conhecer o seu vizinho de prédio ou de quadra! Tudo é virtual, entramos na virtualidade de todos os valores, não há compromisso com o real! É muito grave esse processo de abstração da linguagem, de sentimentos: somos místicos virtuais, religiosos virtuais, cidadãos virtuais. Enquanto isso, a realidade vai por outro lado, pois somos também eticamente virtuais...
A cultura começa onde a natureza termina. Cultura é o refinamento do espírito. Televisão, no Brasil - com raras e honrosas exceções - é um problema: a cada semana que passa, temos a sensação de que ficamos um pouco menos cultos. A palavra hoje é 'entretenimento' ; domingo, então, é o dia nacional da imbecilização coletiva.. Imbecil o apresentador, imbecil quem vai lá e se apresenta no palco, imbecil quem perde a tarde diante da tela.
Como a publicidade não consegue vender felicidade, passa a ilusão de que felicidade é o resultado da soma de prazeres: 'Se tomar este refrigerante, vestir este tênis, usar esta camisa, comprar este carro, você chega lá!' O problema é que, em geral, não se chega! Quem cede desenvolve de tal maneira o desejo, que acaba precisando de um analista. Ou de remédios. Quem resiste, aumenta a neurose.
Os psicanalistas tentam descobrir o que fazer com o desejo dos seus pacientes. Colocá-los onde? Eu, que não sou da área, posso me dar o direito de apresentar uma sugestão. Acho que só há uma saída: virar o desejo para dentro. Porque, para fora, ele não tem aonde ir! O grande desafio é virar o desejo para dentro, gostar de si mesmo, começar a ver o quanto é bom ser livre de todo esse condicionamento globalizante, neoliberal, consumista. Assim, pode-se viver melhor... Aliás, para uma boa saúde mental três requisitos são indispensáveis: amizades, auto-estima, ausência de estresse.
Há uma lógica religiosa no consumismo pós-moderno. Se alguém vai à Europa e visita uma pequena cidade onde há uma catedral, deve procurar saber a história daquela cidade - a catedral é o sinal de que ela tem história. Na Idade Média, as cidades adquiriam status construindo uma catedral; hoje, no Brasil, constrói-se um shopping center. É curioso: a maioria dos shopping centers tem linhas arquitetônicas de catedrais estilizadas; neles não se pode ir de qualquer maneira, é preciso vestir roupa de missa de domingos. E ali dentro sente-se uma sensação paradisíaca: não há mendigos, crianças de rua, sujeira pelas calçadas...
Entra-se naqueles claustros ao som do gregoriano pós-moderno, aquela musiquinha de esperar dentista. Observam-se os vários nichos, todas aquelas capelas com os veneráveis objetos de consumo, acolitados por belas sacerdotisas. Quem pode comprar à vista, sente-se no reino dos céus. Se deve passar cheque pré-datado, pagar a crédito, entrar no cheque especial, sente-se no purgatório. Mas se não pode comprar, certamente vai se sentir no inferno.... Felizmente, terminam todos na eucaristia pós-moderna, irmanados na mesma mesa, com o mesmo suco e o mesmo hambúrguer do McDonald's...
Costumo advertir os balconistas que me cercam à porta das lojas: 'Estou apenas fazendo um passeio socrático.' Diante de seus olhares espantados, explico: 'Sócrates, filósofo grego, também gostava de descansar a cabeça percorrendo o centro comercial de Atenas. Quando vendedores como vocês o assediavam, ele respondia: 'Estou apenas observando quanta coisa existe de que não preciso para ser feliz'.
O que se tem comentado e apresentado, nos últimos dias, nos meios de comunicação é o caso, ocorrido em Santo André - SP, da jovem Eloá, que foi mantida em cárcere privado por 100 horas tendo um trágico fim. É lamentável que a vida de uma jovem de apenas 15 anos tenha sido interrompida, por uma pessoa descontrolada emocionalmente, causando uma dor sem dimensão pra mãe e pra família e ,sem dúvida, pra todos nós. O que mais me chama a atenção é a comoção da população, melhor dizendo, a SOLIDARIEDADE do povo brasileiro como dizem jornalistas e entrevistados, já que inúmeras pessoas participaram do velório e do enterro dela.
Eu gostaria de ver inúmeras delas, também, visitando abrigos de velhinhos, orfanatos, institutos ou mesmo pessoas carentes levando a elas essa mesma SOLIDARIEDADE. A meu ver a maioria esteve ali por pura curiosidade, não querendo dizer que não sintam pela morte da jovem, mas boa parte passou por lá sem propósito algum.
Sejamos solidários também com os que estão vivos passando por grandes necessidades! Desculpem-me se estou errada, mas o que entendo por solidariedade é bem diferente do que um simples passeio ao velório de uma jovem cujo caso a mídia aproveitou pra aumentar seus índices de audiência.
Descanse em paz Eloá!
Fiquem com Deus!
Beijinhos!
Meus cantinhos: minha casa, meu blog e meu sertão. Amo minha casa, nela eu curto tudo. Meu blog, esse é novato, mas já dar pra sentir um carinho especial, está sendo meu segundo lar. No meu sertão, morei pouco tempo, saí de lá na adolescência pra aprimorar meus estudos e sempre que posso dou umas voltinhas por lá ou mato a saudade visitando meus arquivos de fotos.
Fiz e postei um slide pra ele, adorei o resultado. Dessas minhas particularidades eu destaco a roseira da minha mãe, adoro essas rosas, seu cheiro, sua beleza, sua cor...conheço-as por Rosa Amélia. Posso dizer que nasci e cresci com elas, sempre as vi nos lares familiares: na casa da minha vó, das minhas tias e na da minha mãe e, com certeza, um dia cultivarei na minha também.
Por falar em minha vozinha, sinto saudade dela, da época em que ela tinha saúde, adorava me ver. Hoje, quase nem me reconhece mais, isso me deixa triste! Dizem, lá no meu interior, que eu “puxei” a ela...rsrsrsrsrs...acredito que sim! Enfim, essa rosa, pra mim, possui um valor sentimental sem igual, convido-os a apreciá-la comigo.
Fiquem com Deus!
Beijinhos!
Meu momento: alto-astral........Ontem tirei umas horinhas pra dar uma melhorada no visual, mandei aparar a madeixas e dar uma retocada naquela famosa raiz. Adoro esses momentos de transformação, anima e levanta o astral. Em casa, também, costumo mudar tudo: móveis de lugar, troco peças, acrescento outras, enfim transformação é meu lema. E quando não tem mais nada pra mudar, mudo a foto do porta retrato....rsrsrsrsrs ...ah! Foto eu tenho demais.
Mudando de assunto........Amanhã, uma provinha básica de concurso, marcarei presença, embora não me ache preparada, mas este é o caminho que estou seguindo no momento e não desistirei, até o final do ano virão mais dois. Boa-sorte pra mim e pra os 15.999 inscritos, que vença o melhor!